Um pouco de história...


As necessidades humanas vêm a aumentar desde os tempos longínquos onde o trabalho era realizado com o intuito de garantir a subsistência do ser. Esse objectivo histórico foi abandonado passando, nos tempos modernos, a constituir-se de uma relação social entre indivíduos.

Desde o surgimento dessa relação social de trabalho, três sistemas fundamentais podem ser identificados: a escravidão, o servilismo e o salariato. A escravidão foi a relação de trabalho predominante na Idade Antiga e nela, o trabalho era visto como parte integrante do património. Já na Idade Média predomina o servilismo como a principal forma de relação de trabalho. Menos objecto que o escravo, neste período o trabalhador era considerado um servo da terra. Na Idade Moderna, o trabalhador começa a ganhar estatutos que o tornam sujeito a direitos e obrigações, sendo aqui o plano de transição das formas servis de relação de trabalho para a capitalista. Com esta transição, inaugura-se a Idade Contemporânea marcada pelo regime de trabalho conhecido como salariato, no qual o trabalhador vende a sua força de trabalho ao tomador de serviços.



Foram estes os acontecimentos que levaram às conquistas trabalhistas nos planos económicos e social! Hoje, como consequência da Revolução Tecnológica, o mundo parra por um processo de globalização económica, onde a procura pelo domínio dos mercados está a fazer com que os países adoptem uma ideologia liberal com sérias repercussões na esfera trabalhista. Quanto mais conhecimento tiver o trabalhador, quanto mais dominar a tecnologia aplicada à empresa da qual faz parte, menor será a sua subordinação jurídica, tornando-se este muito importante na actividade da empresa. Surge inclusive novas forma de subordinação, como por exemplo os tele-trabalhos que permitem as prestações de serviço à distância. Da mesma forma que a subordinação, outras características da relação do emprego vêm mudando. Exemplo disso é o salário por tarefa ou produção, um incentivo ao trabalho ao invés do pagamento semanal, quinzenal ou mensal referente ao tempo despendido pelo empregado na empresa.

NUNCA SE ESQUEÇA!
Mantenha o contacto visual com a pessoa, olhe o interlocutor nos olhos enquanto ele estiver a olhar para si!